[MESTRADO] A new era has arrived

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Mensagem por Berthrand Alvarus Kzhar em Seg 17 Set - 13:12:49
Relembrando a primeira mensagem :


Changes are necessary

— Onde: Átrio.
— Com: Todos os ministeriais presentes.
— Quando: Dois dias após a exoneração de Andrômeda.
— Ás: 10h.
— Objetivo: Uma reunião envolvendo todos os ministeriais para o encontro com o novo ministro da magia britância e a explicação da exoneração da antiga ministra.

━ ℵ
Berthrand Alvarus KzharMinistro da Magia Britânico
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Mensagem por Macária Lynx Caelum em Dom 30 Set - 21:51:00
Let It Burn
Macaria desejava ter vivido os anos dourados do ministério, onde suas reuniões realmente tratavam de assuntos sérios e não eram apenas roupa suja lavada em frente a quem não tinha nada a ver com o assunto. No canto da sala, de braços cruzados, a ruiva apenas observava o ministro bostejar diante do ventilador, recebendo a própria merda na cara com as palavras que os Bruces lançavam. E apesar da repulsa que sentia por essa família os apoiava naquele instante, Kzhar como ministro era algo difícil de se engolir.

A garota estava prestes a sair da sala, não gostava de estar cercada por idiotas durante tanto tempo, mas o frio a impedia e de imediato a ruiva percebia o que acontecia, antes mesmo Dele aparecer. Diferente dos demais, ela não sentia o medo, não sentia receio, muito menos raiva, era como Noctis, apenas mais uma abobada, ao qual abria um sorriso ao caminhar por entre os ali presentes e ajoelhados, caindo de joelhos ao lado do irmão, repetindo a mesma reverencia que ele havia feito ao ser.

A fala de Noctis foi mais rápida do que a própria, mas não demorou para que Macária observasse o mesmo por alguns segundos, voltando a encarar as próprias mãos: Permita que a família Caelum mostre sua lealdade... - disse em alto e bom tom, encarando o próprio irmão com o canto dos olhos, lançando para ele um sorriso.

Finalmente havia chego o tão prometido dia.  
(C) ROSS
Macária Lynx CaelumFuncionário(a) do Ministério
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Mensagem por Alexander Henrill Kzhar em Seg 1 Out - 8:54:14


Checkmate
▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄
Spending all my time, stuck in yesterday. Where you are is where I wanna be. Oh, next to you.


Foram longos meses em busca de provas que pudessem comprovar que os bruxos das trevas ainda estavam vagando pelo mundo tentando se ressurgir de alguma forma ou de outra e em meio as pistas que de qualquer forma pareciam ser vagas pode conseguir montar um pequeno quebra-cabeça junto de Berthrand e Christopher moldando passos de alguns deles e o mais perto que conseguiu chegar levou o moreno ao paradeiro do primeiro suspeito. Ghael R. Brandshaw. Com base nas utilizações de magia fora do mundo bruxo de formas que fosse usado para uso próprio e mínimo soube exatamente como tentar antecipar seus passos, como já havia sido chefe do departamento de uso indevido de magia poderia montar em sua cabeça uma planilha de supostos ataques novamente para depois serem acorbertadas. Aquela perseguição seria de certa forma complicada.

Havia informado ao líder da aliança que na época estava afastado de seu cargo não por questões pessoais e sim por ter planejado isso para demonstrar que não atrapalharia seu estudo de supostos traidores de dentro do ministério e por que não até mesmo entre os aurores? Estava tudo planejado bastando apenas somente que o rato pudesse mostrar sua falha quando por fim a caçado se deu início, antes havia fugido de três aurores e conseguido sumir, mas dessa vez estava nas mãos de alguém que não seria fácil passado para trás e assim o fez. A captura do bruxo das trevas fora feita em menos de meia hora e agora ele estava na posse do auror em estado de petrificação, um coelho havia sido abatido agora deixando para que o outro estivesse nas mãos de Berthrand junto com as caçadoras de recompensa que havia contratado.

(...)

Aquele era o dia da divulgação de seu cargo e Henrill não poderia deixar de estar presente para ver como tudo ocorreria, sabendo que o chefe dos aurores estaria presente nada mais certo do que estar junto. Ghael estava em Azkaban e seria levado a julgamento assim que seu irmão fosse entregue também o que não demoraria muito. As falas de Berthrand foram captadas e ao seu ver havia achado de certa forma que o parente tivesse sido bastante rigoroso e certo em informar tudo que pretendia, pode ouvir cochichos de reprovação, mas o que seria do mundo se todos fossem como robôs concordando com tudo que qualquer um fosse falar? Respirou fundo cruzando os braços vendo de longe toda a movimentação no decorrer da reunião até que por fim Baltazar tivera seu momento em se expressar de forma descontrolada para o subsecretário e questionando o alto cargo do ministro. Não poderia ter feito aquilo.

As coisas começaram a esquentar cada vez mais e como evasiva o afastamento do chefe auror de certa forma o surpreendeu e logo se viu prestes a ter que apartar o que agora não seria mais seu comandante, mas se permaneceu no logar observando cada um dos que se colocavam a disposição de fala absorvendo cada momento como espécie de registro para entender as atitudes que estavam sendo expostas. Diana fora a primeira a tentar entender o motivo de Berthrand para isso, mas de primeiro pode captar o que ele queria sabendo do envolvimento para com Alexander Schweetz, repreendia a ruiva revirando os olhos e foi naquele instante em meio as falas de furia do então afastado chefe que o ar pareceu ficar frio e pesado como se a ambientação perdesse toda seu calor do momento se tornando um inferno congelante, era ele...

Os olhos se arregalaram buscando saber de onde ele viria quando tudo aconteceu por de trás de Berthrand fazendo as atenções serem levadas para o local e eis que a imagem da morte surgiu mostrando-se agora para os demais presentes. Nesse instante sentiu que seus dedos foram entrelaçados com os de alguém que o fez virar rapidamente logo se aliviando por ser sua esposa que o olhava também assustada com aquele momento. Engoliu a seco e voltou a sua atenção para a entidade ouvindo suas palavras puxando sua amada para mais perto e ao fim o pedido da morte fora feito. Ajoelhar-se e mostrar sua vulnerabilidade para a tal ou esperar para ver qual seria a sequência daqueles que se manteriam firmes ousando debater de frente com a ordem.
- Mas que merda... - disse de forma estridente deixando apenas sua esposa ouvir a reclamação bem baixa.
Pressionou o maxilar e esperou a reação do ministro, sabia o que tinha que fazer, o orgulho dentro de si gritava, mas para proteger a si e Haydée se colocou a dobrar um dos joelhos e a puxar a esposa para fazer a mesma ação.

Nada disse deixando claro aquele desgosto de estar se curvando e mostrando sua forma vulnerável, mas era o que tinha que ser feito, era a forma que seu corpo estava reagindo ao momento e por assim ajoelhado, curvando-se ao outro esperou para o que viesse acontecer depois.


###

Ministério britânico
Todos os envolvidos
001

everytime I think I'm closer to the heart.
Alexander Henrill KzharAuror
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Mensagem por Matthew O. Reinhardt em Qui 4 Out - 12:00:22
Matthew Octavius

A lavagem de roupa suja parecia que não teria fim, o evento organizado para posse do novo ministro tinha se tornado um campo de guerra, onde acusações cheias de inverdades e com objetivos claros de semear a desconfiança, eram usadas como armas. O Bruce tinha se tornado o pivô da situação com o seu questionamento repleto de sarcasmo, resultando consequentemente numa série de acusações por parte do novo ministro, obviamente outros ministeriais acabaram por se envolver no pequeno conflito, como era o caso de Matthew. Que não somente apoiou o questionamento do Chefe dos Aurores, quanto passou momentaneamente a duvidar do tal plano adotado pelo Kzhar, após a sua explicação. Refletindo sobre qual autoridade o mesmo possuía para tomar tal ação, tampouco a Bruce que o apoiou nisso, cuja no final se mostrou contra o comportamento do seu outrora aliado. Afinal, ele tinha acabado de levantar suspeitas sobre a sua família frente a todo o ministério. Todavia, todas as acusações feitas pelo Kzhar contra a família Bruce, foram logo rebatidas, levantando uma certa desconfiança contra o próprio Berthrand, devido a fatos que ele tinha conhecimento e parecia ter propositalmente omitido. Levando Matthew a pensar que como Chefe do Departamento de Execução das Leis da Magia, teria de exigir  esclarecimentos por parte do Kzhar sobre àquela situação.


Porém, antes que pudesse fazê-lo, algo chamou a atenção do Reinhardt, uma súbita mudança na temperatura do local, qual se tornou rapidamente frio e mórbido, como se a vida houvesse sido sugada do lugar. Uma tenebrosa voz ecoou sob os ouvidos do ministerial em seguida, não somente do dele, mas de todos os bruxos presentes naquele local. A criatura que o mundo bruxo mais temia atualmente, responsável pelo atentado que vitimou inúmeras pessoas no Beco Diagonal, a mesma que deu apenas um ano de vida para todos os seres mágicos, se apresentava perante o Ministério. Soberano e intimidador, ordenando que todos se ajoelhassem perante a sua presença, quebrando o pouco orgulho que ainda restava sob os bruxos presentes.

Maldição! Gotículas de suor escorriam sob os vincos rijos na testa do Reinhardt, à medida que os seus olhos temerosos encaravam a sombria criatura, estático e sem saber que caminho tomar. Ajoelhar-se naquele momento significava se manter vivo? Talvez ele estivesse apenas brincando com todos? Destruindo o pouco que restava daquela que um dia foi considerada a maior instituição governamental mágica do mundo, esmagando qualquer coragem e orgulho que ainda pudesse existir sob os seus funcionários. Matthew encarou a área a sua volta e viu inúmeros ministeriais se ajoelharem, enquanto em sua mente uma voz trêmula o instigava a também adotar esse caminho. Ajoelhe-se! Não seja tolo! Ajoelhe-se… Um suspiro pesaroso escapou por entre os seus lábios, enquanto ele cerrava os olhos e os seus joelhos cediam sobre o solo frio do Átrio.
(C) ROSS
Matthew O. ReinhardtChefe do Dep. de Exe. das Leis da Magia
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Mensagem por Berthrand Alvarus Kzhar em Qui 4 Out - 14:20:21


The truth

Before midnight the knights of the shadows wander in search of the victims of their past lives.
Do not scream! He said, then everything darkened and my eyes never opened again.

A new day, a new story


Como havia previsto, suas palavras contra o outro haviam se tornado combustível para que sua ira fosse elevada ao extremo o fazendo cuspir informações que nem se quer fariam sentido naquele momento, os olhos do ministro permaneceram serenos recebendo aquela acusação despreocupado vendo que o verdadeiro desespero vinha do outro. Os plano que havia sido posto em prática estava desenhando perfeitamente todo o mapa em sua cabeça que ele mesmo havia criado, claro que sua surpresa não viria do chefe auror e sim da ruiva que se posicionou tomando as dores também da acusação para com sua família e isso o fizera se questionar se ela havia entendido o fato de tudo aquilo ou se estava apenas fortalecendo um algo que eles mesmo haviam combinado. Aquela posse estava se tornando um caos desnecessário e tudo isso por colocar na linha de dúvida a família que tinha como sobrenome Bruce.

Todos observavam tudo como total atenção querendo entender qual lado estava certo ou errado, se Berthrand estava sendo honesto ou se estava sendo apenas mais um a ser colocado em julgamento pelos próprios olhares diante dele. Estaria sendo radical demais com toda sua iniciativa para com o outro o afastando? Não, estava certo do que fazia e principalmente como agia, sereno, sem demonstrar temer as palavras do outro e absorvendo toda a acusação como um homem que não devia nada a ninguém. Em palavras de Baltazar o plano que ele e os demais citados haviam feito era uma forma de querer acusar ao mais velho como cúmplice também daquele evento, mas um ponto ele não havia mencionado.
- Não tenho medo de nada que possa sair da minha mente ou da minha boca, Baltazar, tudo que fiz não me coloca na mesma posição que você. - respondeu de forma calma. - Sua personalidade descontrolada só mostra o quanto é ainda mais suspeito, me acusar e querer colocarmos a voto Perpétuo pode parecer que eu deva estar escondendo algo, aceitarei sua ideia, mas não antes de ter a certeza de que Drake não se colocou a nos enganar enquanto se fazia suposto espião. Se é que ele era.

Observou alguns aurores agora tomando a dianteira para poder apartar Baltazar e de repente antes que ele pudesse puxar sua varinha contra Berthrand algo pairou no ar, um sopro de morte passou por todo o ambiente o tornando gelado e quase insustentável. Era como se todas as cores sumissem deixando apenas o preto e branco, o monótono, o sentimento de vazio paralisando a todos que estivessem presentes no átrio. Palmas foram ecoadas e então o som mesclado de três vozes ecoou por todo local fazendo o ministro olhar para os lados e então encontrar através do outdoor que se destruía levando a atenção para o alto a presença daqueles que todos estavam buscando conhecer.
- Death... - sussurrou.

A tal aparição estava diante de todos e tudo ao seu redor parecia sugar o ar confortante o transformando em inquietante e frio, bem frio. Os olhos do moreno miravam na face brilhosa que estava também direcionada para ele fazendo então que eles estivessem conectados de uma forma diferente das outras pessoas. As palavras dele traziam uma certa força potente para com os presentes do local mostrando o quanto era perigoso e mortal. Pode sentir em seu âmago o vazio e com isso o ódio poderia começar a consumí-lo querendo mostrar que não seria aquela aparição a deixá-lo baixar a guarda, mas as palavras direcionadas a certos indivíduos fizera aquela conexão se quebrar e ao virar o rosto vendo as pessoas citadas pode perceber que seria em vão qualquer movimento contra ele. Vidas eram postas em jogo e agora ele queria apenas a demonstração de respeito sobre tamanho poder que tinha.

Pode notar alguns olhares esperando a reação do ministro e isso deixava com que a responsabilidade dele ficasse com uma carga maior que a do próprio cargo em que estava, sua respiração estava agora descompassada e não queria ser apenas mais um a se deixar levar por ordens de uma ameaça, mas eram vidas que estavam em jogo, a sua vida também estava. Se virou novamente para o outro e pressionou seu maxilar parecendo demonstrar o orgulho de não se abater pela ordem, mas não naquele momento, não deixaria que seu ego falasse mais alto, seria o primeiro e último movimento de respeito para com aquele que pairava sobre as cabeças dentro do ministério. Assentiu com a cabeça e aceitava que aquele momento de surpresa o tivesse pego colocando um dos joelhos ao chão fechando os olhos em seguida deixando sua face expressar o desgosto da vulnerabilidade naquele instante. Ele estava de joelho para a morte.



003▪️ Ministery Britanic ▪️ Meeting ▪️ Todos ministeriais



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Mensagem por Mattew Harper Kzhar em Qui 4 Out - 17:09:35


A posse de um novo ministro, trazia duvidas para alguns e certezas para outros, talvez Mattew seria nulo de suas opiniões a cerca disto, sendo o irmão mais novo de Berth, porem a clareza que o jovem ministerial regia suas conclusões poderia assegurar que naquele momento o ministério poderia seguir com mais clareza. O clima que pairava no ar, era o de incertezas, duvidas, questionamentos sobre Kzhar, os murmurinhos que ali aconteciam, sempre resplandeciam quando finalizava alguma argumentação, no qual foram alimentados com a extensa lista de exonerados que eram ali anunciados pelo ministro. Após lida, Berth enfatizou o afastamento de Baltazar de suas funções ate que fora investigado das acusações, os olhares e sussurros se espalharam pelo átrio tomado de ministeriais.

Assim, ao termino do discurso do novo ministro, Mattew sentiu um frio peculiar e único, algo nunca sentido antes, desviou o olhar para Diana que passava as mãos aos braços demonstrando sentir o mesmo, - Mas o que é isso? - indagou em sussurros para a mesma ao seu lado. O frio que abatia sobre todos, também era o mesmo que embaçava as vidraças do ministério, as lareiras todas trancadas ao mesmo tempo, a grande imagem sob a fonte que trazia o rosto de Berth fora destruído assim que um ser inconfundível se aproximava fazendo um barulho incomodo com suas mãos de caveira, - Death? - murmurou ao ver que a morte havia se tornado presença no grande átrio.

-  ''Espero que ele faça seu melhor" e sim, ele está fazendo o melhor que pode, Mattew. - sua voz incomoda e cruel, invadia sua mente de forma fria e calculada, - Ajoelhem-se. - ressaltou o ser encapuzado sobre todos os ministeriais. Tomar alguma decisão que venha trazer riscos aos demais e a si mesmo, ponderou Mattew de pegar sua varinha que trazia no bolso, o sentimento único de incapacidade tomou conta do seu corpo, quando vários servidores ajoelhavam diante do ser medonho, ''Ajoelhe-se Mattew, não seja tolo'' '' Ajoelhe-se Mattew não a hora heroísmo'', ajoelhar-se para Death seria inverter suas ideias atuais, porem uma decisão errada poderia leva-lo a morte, sem ao menos sinal de defesa, Mattew desviou seu olhar para ser irmão que neste momento se via ajoelhado, o jovem ministerial se viu de joelhos dobrados ao chão perante a ordem do novo ser que comandava o ministério naquele momento.




[...]


Suprema Corte Britânica



Mattew Harper KzharWizengamot
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Mensagem por Rees Oxlade-Chamberlain em Qui 4 Out - 19:58:17
Chefe de Wizengamot
Um suspiro cansado fora esboçado pelo Oxlade-Chamberlain, quando Berthrand respondeu a questão do Bruce e criou uma situação, onde a família desse último poderia não ser tão confiável, quanto muitos pensavam. Porém, o que chamou realmente a atenção do rígido Chefe de Wizengamot, não fora as palavras do novo ministro, mas a forma com que Baltazar as rebateu, dando a atender que Berthrand tinha pleno conhecimento sobre o papel de Drake Bruce como espião dentro do Império, como se o mesmo estivesse distorcendo os fatos, de modo que pudesse manipular a todos. Tomado por essa hipótese, Rees imediatamente encarou o seu velho amigo, ponderando se o mesmo seria capaz de um ato tão vil e covarde. Teria Berthrand sucumbindo as ambições ocasionadas pelo poder? Àquele respeitado e corajoso homem que liderou a Aliança de Merlin na batalha contra o Império das Trevas, seria realmente capaz disso? O Oxlade-Chamberlain esperava que não, queria acreditar que não. Todavia, antes que pudesse se expressar ou fazer qualquer movimento, mesmo pensar algo sobre toda aquela situação. Rees teve a sua atenção roubada para a temperatura que despencou, tornando ambiente frio e mórbido, uma presença temerosa logo se fez presentes entre todos os ministeriais. 

Death! Pensou ele, quando os seus olhos recaírem sobre a tenebrosa criatura, cuja se mostrava como uma espécie de arauto do terror, impondo-se sobre todos como um ser soberano e onipresente. Merda! O que diabos está acontecendo comigo? Praguejou Rees, sentindo o seu corpo ficar trêmulo como nunca houvera estado antes, tomado por uma sensação de temor, ou melhor, uma de terror. Perdendo a sua habitual postura rígida e orgulhosa, à medida que escutava as palavras daquela entidade ecoar sob os seus ouvidos e a sua mente, ordenando-o que se ajoelhasse. Sendo que por mais corajoso que fosse, ele não conseguiria se manter de pé e desafiar a mesma, especialmente porquê naquele momento não se tratava apenas de sua vida, mas de inúmeras outras.

Então o Ministério dessa vez realmente caiu? O seu olhar percorreu o local e se fixou penetrante com o de Rowenna por breves instantes, trocando uma instrução silenciosa para que ela seguisse o mesmo caminho adotado por todos, ajoelhasse e sobrevivesse a toda aquela aterrorizante situação, antes de desviar para Berthrand, Baltazar e Matthew que tinham sido vencidos e se prostravam sob os joelhos. Aliás, não somente eles, como quase todos os ministeriais presentes, Rees naquele instante, observando a todos caídos sobre os joelhos, viu os seus próprios cederem sobre o solo gélido do local. Caindo completamente vulnerável, diante da criatura sombria que ali se apresentava, cerrando os olhos e os punhos, estático e sem nenhuma ideia de reação ou ação. Death acabava de deixar praticamente todas as autoridades mágicas do Reino Unido de joelhos, algo que certamente nunca tinha acontecido antes.
I'M YOUR  
Rees Oxlade-ChamberlainChefe de Wizengamot
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Mensagem por Rowenna Syddle Bolter em Sex 5 Out - 13:24:36


Reunião no átrio.


Nada é tão ruim que não possa piorar...

Naquele momento essa era a única frase que poderia descrever o momento vivido por todos os presentes, ou pelo menos pela maioria deles. As coisas até ali, pareciam totalmente fora de ordem, o momento que seria para debates de ideias saldáveis, acabará se tornando um momento desagradável de um lado o novo ministro e de outro uma família conceituada da sociedade. A loura sabia do que se tratava os fatos, afinal esteve junto de vários outros lutando naquele dia, e soube de todo o alvoroço envolvendo o adolescente, inclusive em uma reunião passada questionou sobre o fato que não foi lhe explicado. Contudo, ele estava ali exposto perante a maioria dos ministeriais e   consequentemente ocasionando uma forte rachadura, afinal quem estaria falando a verdade? E quem estaria omitindo os fatos, independente de tudo a loura se colocaria sempre ao lado do seu grande amigo, sabia de tudo que ele havia passado. Torcia fielmente para que tudo fosse esclarecido e que isso não abalasse seu início de governo.

Em um súbito processo, algo aconteceu ali que deixou todos atônicos, uma presença grandiosa podia ser sentida, não apenas sentida, mas vivenciada no mais profundo sistema. A criatura era imponente e onipresente, que tipo de presença poderia ser aquela? Como algo assim poderia existir, ou melhor, o que ela queria da nossa sociedade, seria apenas mortes? Ou por trás de tudo existiria uma seleção, eram mistérios que não seriam revelados tão cedo, Rowenna sentia-se totalmente desacreditada em estar vivenciando aquilo, e por mais que sentisse dentro de si um orgulho imenso, e soubesse que apesar de cumprir tudo ainda haveriam consequências, inclinou seu corpo, até que estivesse ajoelhada perante aquela entidade Não por querer ou qualquer coisa do gênero, porem se via obrigada a fazê-lo, afinal a vida de mais duas pessoas estavam em suas mãos, e não seria responsável por mais mortes, olhou para Rees que fazia o mesmo ato, apesar de conhece-lo sabia que ele não iria permanecer em pé. Estávamos todos ali, vulneráveis, prostrados diante de Death, aguardando o que viria a seguir


Vestindo  Reunião no átrio.
Rowenna Syddle BolterChefe do Dpto. de Jogos e Esportes Mágicos
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Mensagem por Choi Young Do em Sab 6 Out - 19:05:41




just a shot in the dark



Apesar do clima extremamente tenso a sua volta, se deleitava com o semblante brincalhão de Klaus perante suas brincadeiras. Sempre que se encontravam era o mesmo clima leve que os rodeava, visto que mantinham uma amizade concreta também fora do Ministério. Segredos eram raros entres os dois, e por esse motivo poderiam conversar abertamente sobre qualquer assunto sem o menor peso na consciência. Klaus estava junto a seu irmão Livius, então Young Do se aproximou do mesmo cumprimentando-o amigavelmente. Ainda não se conheciam devidamente, mas sendo irmão de Klaus, era considerado como seu amigo também.  Sabe aquela rara ocasião, quando todos os amigos de seus amigos, se tornam seus amigos? Um pouco confuso, mas é exatamente este o caso. Se alguém era próximo de Klaus não poderia ser alguém que Choi desaprovava. O amigo não se juntaria a pessoas consideradas ruins, e ele tinha certeza disso. Riu com as provocações trocadas. Era por esse motivo que seu trabalho não poderia ser considerado cansativo e estressante como a maioria acreditava ser. No final do dia sempre existiam aquelas pessoas que tratavam os pesares com bom humor e o faziam esquecer todo o estresse de ser um ministerial, ressaltando os pontos positivos de ser “escolhido” para trabalho tão importante. - Quem disse que preciso fazer as malas? Meu único e mais precioso pertence levo sempre comigo no bolso. - Sibilou ao mostrar seu caderno de notas, onde sempre desenhava as situações mais estranhas, complicadas e constrangedoras para concatenar sobre as mesmas depois.
Com certeza parecia um ato estranho para muitos, mas isso já o havia ajudado a resolver problemas os quais não haverá capacidade de resolver no momento do ocorrido. Olhar as memórias de outras perspectivas lhe trazia novas ideias, e isso era o seu grande trunfo no trabalho… Ou até mesmo em outros campos complexos de sua vida pessoal! - Claro que não tem. Nenhum de nós tem o que temer… Pelo menos é o que acho, se fomos pensar de maneira sensata. - Disse ao dar um suspiro de nervoso. Nada era certo, visto os últimos acontecimentos inesperados com os quais todos se deparavam. Mas logo um alívio veio, e todos daquele grupo puderam respirar aliviados. Seus nomes não estavam na lista de funcionários dispensados, e isso era de certa forma um momento de sorte. Uma sorte que veio seguida de extremo azar. Algo que deixou-o desacreditado. Quando tudo parecia estar resolvido, os ares se transformaram, e a maré virou contra aqueles que ainda permaneciam nos arredores do átrio. Parecia até mesmo uma daquelas histórias absurdas, criadas por crianças, onde o clímax aparece do nada, quando tudo parece estar resolvido. Uma progressão tão rápida quanto a dos filmes de duas horas que tentam abordar inúmeros personagens em um curto espaço de tempo. - Só pode estar de brincadeira comigo! - Foi a única coisa que conseguiu soltar quando passou a mão entre os cabelos de maneira nervosa.
Era a morte… Não aquela figura metafórica, onde o sujeito se vê em um túnel  de passagem com certa luz branca lhe cegando as vistas enquanto observa todos os seus feitos passarem por seu olhos arregalados pelo medo antes que tudo vire escuridão. Mas a sua crua e vil personificação, aquele que vinha se identificando como o dono do passado, presente e futuro, julgando cada um dos passos do ministério como atrasado perante seus poderes de percepção e soberania. Nem mesmo aquelas mãos hábeis e curiosas para captar momentos como esse conseguiram lhe desenhar no bloco de notas. Era algo extremamente surreal e sem explicação, e talvez por isso seu instinto apenas lhe conferiu a sensação de recuo e observação, deixando para que a mente lhe trouxesse melhores análises antes que qualquer ato fosse tomado por sua persona física. Mas nenhuma mensagem transmitida por seus neurônios poderia ser mais forte que a sensação de fraqueza sentida ao perceber as vozes que ecoavam seus ouvidos.  - Que merda é essa?! - Ao mesmo tempo em que pareciam distantes, pareciam mais perto do que deveriam. Era uma mistura de insegurança, sensação de impotência e dúvida: isso era mesmo real, ou apenas um truque criado em seu subconsciente para que eu possa sucumbir sem poder antes ver uma saída? Uma ilusão deverás crível para alguém que acabará de se deparar com tanto pessoas “desconhecidas” e com histórias diferentes, passados sombrios, e segredos arrepiantes. Mesmo que seus joelhos estivessem por alguns minutos relutantes, na briga interna em que tentava compreender os ecos que eram reproduzidos como seu maior pesadelo, ou talvez um sonho distante, Choi Young Do acabou sucumbido aos pedidos da Morte. Ajoelhava-se agora perante aquela personificação do obscuro, enquanto tentava encontrar, com seus olhos quase cegados pelas vozes que o chamavam, as pessoas a quem as ditas vozes pertenciam.



Choi Young DoChefe da Seção de Controle do Uso Indevido da Magia
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Mensagem por Livius Oxlade-Chamberlain em Sab 6 Out - 19:32:36

 

Os olhos atentos e rígidos do Oxlade-Chamberlain se mantinham fixos na movimentação a frente, observando a pequena confusão envolvendo o novo ministro, o chefe dos Aurores e outros ministeriais, inclusive um dos mesmos, sendo o seu primo Rees. Livius assistia com desânimo e insatisfação a troca de farpas e acusações, imaginando o quão despreparados aqueles homens estavam se mostrando com aquela discussão, o novo chefe do departamento de mistérios só conseguia pensar no motivo do Ministério estar naquela situação. Certamente, por culpa de homens como àqueles, Livius suspirou e revirou os olhos, cansado de toda aquela situação. Desviando a sua atenção novamente para o seu irmão, notando que ele ainda se encontrava absorto numa espécie de conversa com o asiático que pairou próximo a eles. Quando a sua atenção foi roubada para a mudança abrupta na temperatura do local, que misteriosamente se tornou fria e úmida, trazendo consigo uma sensação de desespero e medo. Livius observou o local e sentiu como se a vivacidade tivesse sido roubada do local, dementadores? Pensou de início, porém, obteve a certeza de que não se tratava dessas criaturas, pois, uma voz profunda ecoou sob os seus ouvidos como uma mensagem trazida por um arauto que anunciava o desespero. Death! Os seus olhos encararam a criatura que se prostravam há alguns metros a frente, a mesma que fora responsável pelo terrível atentado no Beco Diagonal, que também anunciou que todas as criaturas mágicas a partir daquele momento, só teriam pouco mais de um ano de vida.

Teria ele mudado de ideia e resolvido por um fim em tudo agora? Se perguntou, quando a voz do mesmo ecoou novamente sob os seus ouvidos, ameaçando com a morte aqueles que fossem contra ele e ordenando que todos se ajoelhassem, quebrando a coragem e orgulho de muito dos presentes. Livius, por outro lado, mesmo orgulhoso, terminou se ajoelhando, no entanto, não apenas por temor (o que e bastante óbvio), mas também movido conscientemente pela lógica. Sobreviver era a sua prioridade, ou melhor, uma arma para usar numa oportunidade apropriada, afinal, que utilidade teria morrer por orgulho naquele momento? Os seus joelhos cederam sobre o solo gélido do Átrio. Ele não iria se opor as ordens da criatura que sob a sua visão, estava muito além do alcance de sua varinha ou de qualquer outra, Livius olhou para o lado e viu que seu irmão também tinha se ajoelhado e apertava a sua mão, nervoso pela situação. Ficando aliviado pelo mesmo não ter feito nada estúpido e se ajoelhado, Livius cerrou os olhos e suspirou, tentando manter a sua postura e a sua mente calma, por mais que o nervosismo começasse a querer dominar o seu corpo.
Livius Oxlade-ChamberlainChefe do Dep. de Mistérios
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Mensagem por Niklaus George Aodhaigh em Sab 6 Out - 20:49:05




The new minister
O ministério nunca havia ficado daquela forma em seus dias de trabalho naquele lugar, movimentado, com descobertas e uma afronta. O chefe dos aurores praticamente havia perdido a cabeça e resolvia expelir tudo que parecia estar guardado algum tempo deixando a todos perplexos com tamanha acusação feita. Não saberia como aquilo terminaria fazendo ainda mais todos ficarem atentos enquanto serviam de plateia para o show que estava sendo feito entre os três. Alexander que saiu em seguida, Baltazar acusando o ministro e o próprio demonstrando tranquilidade perante ao outro parecendo totalmente em sã das suas atitudes prosseguindo com a acusação. O Ministério com tudo aquilo estaria na mira dos olhos ardilosos e mentes sujas dos jornalistas do profeta diário, mas pelo menos estaria falado como não esteve por um bom tempo.

Tudo foi muito rápido depois dali e então um frio passou por todos presentes e a imagem de Berthrand sumiu do outdoor mágico dando espaço para uma explosão onde uma voz em seguida se fez presente deixando com que a atenção fosse voltado para a imagem do ser que se materializava perante a todos... Death.
Suas palavras assustaram de certa forma o bruxo que engoliu a seco ouvindo ele mirar em alguns parecendo desvendar seus pensamentos e o pedido final caia praticamente como uma ordem, o de se ajoelharem. Não queria ser o louco a fazer isso de forma desesperada, mas pode observar que muitos ali começaram a fazer isso e até mesmo o ministro. Estavam todos ali derrotados? Não, Death havia conseguido o que queria e não seria um simples membro da corte que se rebelaria conta ele.

Seu joelho caiu ao piso do saguão e pode se ver curvado perante a entidade.

. 002 ⸭  ⅱ. Ministery ⸭  ⅲ. Meeting

Niklaus George AodhaighWizengamot
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Dados do Bruxo
Ano Escolar: Concluído
Habilidade: Sem habilidade
Patrono: Leão

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